domingo, 25 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
Birner, a sua questão é muito pertinente e para reflexão deixo o exemplo do Euro2004 em Portugal.
Apesar de ser destino de milhares de brasileiros, a situação de Portugal não era( e não é… ), a melhor. A organização de um evento desta natureza envolveu muito dinheiro, muita logistica.
É claro que deixa um pais orgulhoso, mas com que custos? como alguem escreveu aqui, não seria melhor apostar em areas como a erradicação da pobreza, a saude publica, o ensino? pois… mas em Portugal, como de certeza ai tambem, existem os lobbis das constructoras, dos cimentos, dos bancos, e há que dividir o bolo por toda esta clientela… Quem paga? o mexilhão, ou seja o povo.
O que é certo é que Portugal ganhou a organização do Euro( á Espanha, que era favorita á partida…), e foram construidos de raiz 10(!) estadios, todos com capacidade de pelo menos 30000lugares sentados(regras da UEFA), e respectivos apoios, mais estruturas viarias.
Passados 5anos este é o panorama: dos 10estadios, só 9 têm jogos regularmente… o estádio do Algarve é um autentico elefante branco, que serve para concertos, provas de automobilismo e 2 a 3 jogos por ano(jogos treinos no verão…), porque foi construido só para o Euro e nenhum clube o utiliza regularmente.
Outro estádio não tem utilização, o Bessa XXI, porque o seu clube, o Boavista foi despromovido por corrupção, tem dividas ao fisco e á segurança social( não pode contratar nem vender jogadores), e neste momento em que escrevo procura ainda dinheiro para se inscrever no campeonato amador…que já começou.
Pensa que é tudo? espere um pouco…tres outros estadios(Aveiro, Leiria e Coimbra), pertencem ás camaras municipais(prefeituras) das cidades, mas são usados por clubes irregulares que estão sempre entre a 1ª e a 2ª divisão. resultado: são estadios com 30000lugares, cuja assistencia media não passa os 3000 a 4000 espectadores!!! da para imaginar? autenticos monumentos de cimento!
No caso de leiria, o clube tem jogos que a assistencia não chega a 1000espectadores( e muitos bilhetes gratis…). Quem paga? As camaras, que se endividaram aos bancos em 20 a 30 anos(…).
Sobram cinco estadios que pertencem aos clubes, mas com custos financeiros altissimos, que aumentam o passivo todos os anos e nalguns casos, fazem com que os clubes antecipem receitas de 10anos(…), em patrocinios, merchandising e receitas televisivas.
Mas aqui em Portugal não aprendemos, e a FPF(federação), ja anunciou a canidatura ao Mundial de 2020(desta feita em conjunto com a Espanha…). Vá lá, os estadios ja estão feitos! Então onde gastar o dinheiro publico? adivinhou? é claro! estrradas, ferrovias(TGV), hoteis etc etc. e quem paga? toda a gente sabe…
abraço, Pedro Costa
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O que mostra claramente que, lá como cá, INSANOS há.
Para coroar meu post de hoje, estava relendo uma notícia de setembro deste ano, quando o BNDES anunciou uma linha de crédito no valor de R$ 4,8 BILHÕES de reais para construção das 12 arenas que irão receber os jogos da Copa do Mundo. Mas isso não é tudo. Diz o texto:
"Para que a medida seja oficializada, é preciso que o Conselho Monetário Nacional (CMN) edite uma resolução autorizando o endividamento de Estados e municípios."
O endividamento de Estados e municípios deveria ser em razão da construção de estádios que se tornarão verdadeiros "elefantes brancos" após à Copa do Mundo? Não deveria ser porque os governantes estão preocupados com a educação, com a saúde, com a segurança de seu povo e não para satisfazer a si próprios?
Volto a este tema depois (me deu ânsias de vômito).
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terça-feira, 13 de outubro de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Deixei passar vários dias da tragédia do vôo AF447, da Air France, para, então, tecer meus comentários.
Olhando em minhas postagens anteriores, cá estou eu a falar de mais um acidente aéreo, ocorrência esta (quase sempre fatal) que vem se repetindo assustadoramente em todo o mundo.
Entre tantas mensagem que pulularam em minha caixa postal sobre o assunto, tenho que destacar a que transcrevo abaixo, recebida de um amigo piloto de uma companhia aérea nacional. Cabe ler com muita atenção.
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Minha modesta opinião é, no mínimo, pragmática.
Aproveitando o "gancho" de opiniões, abalizadas nos colegas de aviação, temos que encarar, e assumir, que há uma linha de aeronaves ditas de "última geração" que deverão passar por sérias e urgentes reformulações no seu projeto, a exemplo do que ocorreu no passado, com o Comet (que explodia no ar devido ao perfil angular das janelas); O Electra (explodia em vôo devido à rebitagem que não resistia à vibração das hélices); O Trident e o Boeing 727 que tinham deep stall, O Zarapa que teve que implantar a quilha porque não saia do parafuso; O Bandeirante que teve que se reestruturar por completo, o sistema de compensador do profundor porque a cauda saia em vôo, etc. A linha recente da Airbus, em várias condições de vôo, sobrepuja, e por vezes chega até a anular qualquer ação de comando proveniente da cabine, o que não deixa de ser um absurdo. Cito um exemplo: Uma manobra evasiva anti-colisão será limitada pela não-aceitação de comando brusco.
Pelo mesmo viés, o fato dos comandos de vôo serem fly-by-wire totalmente potenciados eletricamente, sem qualquer backup que não seja o elétrico, simboliza necessariamente que a perda total de energia elétrica redunda inexoravelmente na perda total de atuação nos comandos de vôo!
Um exemplo recente ocorreu com o Swissair FLT 111 em 1998, que se estatelou sobre o mar sem qualquer tipo de orientação e comando. Para maiores detalhes, visite o site: www.jetsite.com.br/acidentes/blackbox). Até hoje não há uma conclusão definitiva sobre a ocorrência da superposição do comando proveniente do Computador de Bordo X Comando de Cabine no acidente com o avião da TAM em Congonhas. Mesmo que se dê razão ao ilustre investigador que afirmou que o recuo das manetes tem que ser total, ao ponto de uma folga de 2 mm simbolizar que o piloto quer arremeter é de um absurdo paralisante, característica de quem não sabe para que serve um "cursor de manete". Mas esse acidente foi o 5 ° em circunstâncias idênticas.
Várias operadoras, após esse acidente, passaram a incluir no treinamento de simulador o corte do motor quando tal fenômeno vier a ocorrer, ou seja, há um reconhecimento tácito de que o projeto é falho e temerário. Mas, voltando a nova geração dos Airbus, é bom lembrar que durante o vôo de demonstração inaugural em Fairbourough, a aeronave entrou voando sobre as árvores porque os computadores de bordo não aceitaram o comando dos pilotos. Mais (5) cinco acidentes idênticos ocorreram após esse. Dois incidentes de brusca variação de atitude sem comando da cabine ocorreram no ano passado com Airbus A-330 na Austrália e mais um na Nova Zelândia.
Atualmente, já estamos vendo as primeiras manifestações "plantadas" pelo interesse do fabricante, no sentido de sutilmente colocar na opinião pública a idéia de que os pilotos incorreram em erro ao adentrar em turbulência com velocidade inadequada. Nada mais patético! Qualquer piloto sabe qual a velocidade de penetração em turbulência, quanto mais os colegas de vôo internacional de uma empresa como a Air France! Mesmo que você seja pego de surpresa o ajuste é rápido: motor no "esbarro" pra' pouca velocidade; speed-brake e power off pra velocidade alta. Em segundos você se acerta, não é mesmo?
A propósito, quando saímos para um vôo levamos conosco o folder contendo todas as informações necessárias, incluindo a surface prog e wing aloft prog, ou seja, ninguém vai voar sem saber o que tem pela frente. Seguramente não pode ter sido diferente com os colegas franceses, portanto a pífia imputação de desconhecimento das condições meteorológicas da rota também não pode prosperar.
O AF 447 emitiu 4 wakes antes da queda, com coincidentes 4 minutos de intervalo: o 1° reportando falha elétrica no sistema principal; o 2° reportando a atuação do sistema standby operando com restrição nos comandos de vôo (spoilers, yaw damper etc); o 3° informando a perda do sistema de navegação lateral e vertical, e finalmente o 4° wake, o mergulho na vertical com despressurização (o que é previsível, pois não há sistema que aguente descida no cone "sustentação zero") .
Diante disso conclui-se que em tudo se assemelha ao acidente ocorrido com o Swissair em que a aerovane ficou totalmente desgovernada, sem qualquer tipo de orientação E SEM QUALQUER TIPO DE COMANDO NA CABINE, INCLUINDO POTÊNCIA.
Estamos diante, MAIS UMA VEZ, de um avião projetado por Exmos. Srs. Engenheiros, que se endeusam, dizendo-se perfeitos na criação de suas obras, e que acham que “Pilotos” só servem para “atrapalhar”. Eu, particularmente, sugiro que, daqui por diante, a cada vôo de teste ou experiência que, porventura, venham a ser feitos nestas aeronaves, incluam a presença obrigatória destes projetistas e de seus entes queridos, a bordo das aeronaves. Tenho certeza absoluta de que, se for tomada esta atitude, o nível de responsabilidade destes projetistas, e o conceito que fazem dos pilotos será totalmente diferente disto que temos agora. Do jeito que as coisas estão, os fabricantes de hoje, dizem que uma aeronave de “última geração” é tremendamente segura, a ponto de afirmarem que seus componentes eletrônicos são infalíveis, não erram, são incapazes de provocar uma situação perigosa, anormal, ou até mesmo “atrapalhada”, então diante destas avançadas tecnologias incontestáveis, a quem culpar pelo acidente? Para os fabricantes e investidores é primordial salvar seus próprios interesses, e é aí que as coisas ficaram mais fáceis para responder e de até culpar; Só sobrou um único fator. . . Os Pilotos, (Falha humana), eles agora estão mortos, e não podem se defender. . . mortos não falam!
A pergunta que fica no ar: Até quando vamos aceitar com passividade voar aviões como esses? Associações e Sindicatos não devem temer o poder econômico, principalmente quando há vidas humanas envolvidas.
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Faço outra pergunta: Até quando este Governo (?) vai parar de brincar com as vidas humanas que estão sendo ceifadas às centenas e tomar medidas severíssimas de controle nos Aeroportos e deixar de se curvar diante dos cartéis destes mafiosos que brincam de serem dirigentes de companhias aéreas?
sábado, 17 de janeiro de 2009

História
A cidade de Gaza foi fundada aproximadamente no século V A.C. por piratas do Mediterrâneo que se auto nomearam Filisteus e chamaram a região de Filistéia. Após diversas invasões(tribos israelitas,babilónicos,pesas e assírios) finalmente caiu na mão dos macedónios e recebeu um pouco de cultura. Quando os romanos invadiram Israel,submeteram,também,a cidade de Gaza e região. Por muito tempo ficou em poder dos bizantinos e árabes,foi dominada pelos otomanos e,enfim,pela Inglaterra ao fim da Primeira Guerra Mundial.
Partilha de 1947
Durante centenas de anos, o Império Otomano dominou Gaza, até que o território - junto com o restante da Palestina - passou para o controle dos britânicos, com o final da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Durante a primeira Guerra árabe-israelense, que conduziu à criação do Estado de Israel, Gaza absorveu um quarto das centenas de milhares dos refugiados palestinos expulsos das áreas que hoje fazem parte de Israel.
Guerra dos Seis Dias de 1967
O território ficou sobre controle do Egito entre 1949 e 1967, exceto em um curto período, durante a crise do Canal de Suez, quando foi ocupado por Israel. Depois da Guerra dos Seis Dias, Israel passou a dominar a Cisjordânia, Jerusalém Oriental (ambos anteriormente controlados pela Jordânia) e a Faixa de Gaza. Em todos estes territórios, o governo israelense promoveu a construção de assentamentos de colonos judeus.
Acordos de Oslo de 1993
Após uma série de acordos assinados entre maio de 1994 e setembro de 1999, Israel se comprometeu a transferir para a Autoridade Nacional Palestina a responsabilidade pela segurança e pelos civis das áreas povoadas por palestinos na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, o que não ocorreu. Os territórios povoados por palestinos foram "cercados" pelas colônias judias e os governos israelenses, tanto trabalhistas quanto likudistas, só fizeram aumentar o número dessas colônias, inviabilizando de fato a possibilidade de constituição de um Estado palestino. Isto levou ao fracasso nas negociações para determinar um status definitivo para os territórios palestinos, e o início da Segunda Intifada, em setembro de 2000, fez com que as forças israelenses reocupassem a maioria das áreas controladas pelos palestinos.
Retirada Israelense de 2005
Em 2005, o então primeiro-ministro Ariel Sharon executou um plano de retirada de todos os 8 mil colonos israelenses da Faixa de Gaza, bem como as tropas que os protegiam. O plano também previa que Israel continuaria a controlar o espaço aéreo de Gaza, seu mar territorial e todos as passagens de fronteira. Era o início do bloqueio israelense, impedindo a entrada de alimentos, combustíveis, água e medicamentos, colocando em risco a vida de toda a população palestina na Faixa de Gaza. Em setembro, a retirada israelense foi concluída.
A situação na Faixa de Gaza começou a se deteriorar depois que o Hamas venceu as eleições legislativas palestinas, obtendo 76 das 132 cadeiras do Parlamento Palestino, em janeiro de 2006. No entanto, as profundas divergências políticas entre o presidente Mahmoud Abbas da Autoridade Nacional Palestina, pertencente ao Fatah, e o primeiro-ministro, Ismail Haniyeh, do Hamas, resultaram em violentos confrontos entre militantes das duas facções rivais na Faixa de Gaza, em 2006 e no início de 2007, com um grande número de mortos e feridos.
Confrontos em 2006
Em junho de 2006, as Forças de Defesa de Israel lançaram sua primeira grande operação militar contra a Faixa de Gaza, desde a retirada dos colonos judeus do território palestino. Chamada de Operação Chuvas de Verão, a ação de Israel visava a resgatar o soldado Gilad Shalit - capturado no dia 25 de junho daquele ano em uma operação conjunta do Hamas e dois outros grupos militantes, que entraram em Israel a partir da Faixa de Gaza. A captura detonaria uma grande ação militar israelense na Faixa de Gaza, que resultou nas mortes de mais de cem palestinos em quatro semanas, além da detenção de 60 dirigentes do Hamas, entre eles vários ministros e dezenas de deputados.
Em novembro, as forças israelenses lançaram uma nova e ampla ação militar, batizada como Operação Nuvens de Outono, desta vez atacando Beit Hanoun, ao norte da Faixa de Gaza. Os ataques deixaram 56 palestinos mortos, a metade deles civis, e mais 200 feridos. Ainda naquele mês, após cinco meses de operações militares na Faixa de Gaza (com mais de 400 palestinos mortos), Israel concordou em realizar um cessar-fogo com o grupo Hamas, desde que este se compromete a não retornar a lançar foguetes contra o território israelense.
Em abril de 2007, o exército israelense retomou os ataques à Faixa de Gaza, depois de centenas de foguetes palestinos disparados desde novembro do ano anterior. No dia 24 daquele mês, o braço armado do Hamas proclamou o fim da trégua com Israel. Um mês antes, Abbas e Haniyeh concordaram em formar um governo de união nacional.
Hamas expulsa Fatah de Gaza em 2007
Mas, pouco depois, em junho do mesmo ano, em meio a intensos conflitos entre militantes das duas facções, o Hamas acabou por assumir o controle da Faixa de Gaza, expulsando o Fatah, que continuou dominando a Cisjordânia. Com isso, o governo de Israel fechou seu posto de fronteira com a Faixa de Gaza, alegando que a Fatah não poderia mais garantir a segurança na região, e impôs um bloqueio ao território palestino, proibindo todas as exportações e permitindo unicamente limitada ajuda humanitária. O governo do Egito havia também fechado sua fronteira quando os combates entre mais intensos entre Fatah e Hamas tiveram início, em 7 de junho de 2007.
Daí em diante, o Fatah passou a receber os apoios de Israel, dos Estados Unidos e da União Européia, enquanto o Hamas era desconsiderado como interlocutor.
Mas, além das disputas com o Fatah, depois de chegar ao governo palestino, o Hamas teve que enfrentar o boicote econômico internacional à Faixa de Gaza, principalmente por parte dos Estados Unidos e da União Européia, sob a alegação de que o partido não reconhece o Estado de Israel, não renuncia à violência e desconsidera os acordos firmados anteriormente por Israel e pela ANP.
Os bloqueios israelenses têm dificultado enormemente a vida dos cerca de 1,5 milhão de moradores de Gaza, da mesma forma, que o boicote econômico do Ocidente está sufocando a economia local. Segundo dados oficiais palestinos, mais da metade dos habitantes da Faixa de Gaza vive abaixo da linha da pobreza, e pelo menos 45% da população ativa está desempregada. Mais da metade dessa população constitui-se de refugiados das guerras com Israel. A maioria dos moradores vive com menos de US$2 ao dia. O território tem uma das maiores densidades populacionais e das mais altas taxas de crescimento demográfico do mundo.
Cessar-fogo Hamas-Israel de 2008
Em junho de 2008, representantes do Hamas e do governo israelense chegaram a um acordo de cessar-fogo na região, mediado pelo Egito, com duração de seis meses, e que expirou no dia 19 de dezembro. O grupo palestino decidiu não renová-lo, por entender que Israel não havia cumprido o compromisso de suspender o bloqueio imposto à Faixa de Gaza.
Operação Chumbo Fundido
A partir do dia 27 de dezembro de 2008, as Forças de Defesa de Israel lançaram uma ofensiva militar no território palestino contra o Hamas. Inicialmente, a operação consistiu em ataques aéreos contra alvos palestinos na Faixa de Gaza. Na noite do dia 3 de janeiro de 2009, teve início a ofensiva por terra, com tropas e tanques israelenses entrando no território palestino.
COMENTÁRIO PESSOAL
Definitivamente, não sou um profundo conhecedor de política internacional. E, por mais que estude esta história e leia a Bíblia à procura de um maior entendimento, não consigo entender tanta ira e retaliação entre judeus e palestinos.
Alguém já disse que somos a única raça de animais que mata os da própria espécie.
Por quê os homens sentem tanta sede de vingança, de guerra, de morte? Quais serão as agências internacionais por trás disso? FBI? CIA? Os Agentes da ONU? Os traficantes de armas? Por quê há que sempre se fomentar a INDÚSTRIA DA GUERRA? Quais serão os governantes e/ou militares que estão ganhando com isso? O que há de TÃO IMPORTANTE naquela faixa de terreno que demanda tantas mortes de civis que NADA têm a ver com as insanas guerras políticas travadas nos bastidores?
É, no mínimo, contraditório uma nação (Israel) que proclama JEOVÁ como Deus Supremo, uma nação que JEOVÁ escolheu desde os primórdios dos tempos como nação santa (separada) fomentar tanto ódio e guerra contra os seus semelhantes.
E o mais estranho é que a ONU (falida organização) NADA FAZ para conter isso e os governantes mundiais também assistem sem que NADA seja feito.
Creio que irei para o túmulo sem entender isso.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Um senador está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre.
A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.
- Bem-vindo ao Paraíso!, diz São Pedro.
- Antes que você entre, há um probleminha.
Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o que fazer com você.
- Não vejo problema, é só me deixar entrar, diz o antigo senador.
- Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores.. Vamos fazer o seguinte:
Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade.
- Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso diz o senador.
- Desculpe, mas temos as nossas regras.
Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.
A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe.
Ao fundo, o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado.
Todos muito felizes em traje social.
Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo.
Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.
Quem também está presente é o Diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas.
Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora.
Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.
Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperando
por ele.
Agora é a vez de visitar o Paraíso.
Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando.
Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro retorna.
- E aí ? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Agora escolha a sua casa eterna.
Ele pensa um minuto e responde:
- Olha, eu nunca pensei ... O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno.
Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.
A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo.
Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos.
O Diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do senador.
- Não estou entendendo, - gagueja o senador - Ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!!!
O Diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz:
- Ontem estávamos em campanha. Agora, já conseguimos o seu voto...
(Obs) CUIDADO PRO SEU VOTO NÃO IR PARAR NO ENTULHO DO INFERNO!!!
quinta-feira, 24 de julho de 2008

FOGO ESTRANHO
(Reflexões sobre a Música “Gospel”)
FOGO ESTRANHO – Esta expressão vem do Antigo Testamento onde nós lemos que os filhos de Arão, Adabe e Abiú “trouxeram fogo estranho perante a face do SENHOR, o que não lhes ordenara” (Levítico 10:1). O sentido das palavras ficaria mais claro se lêssemos “fogo não autorizado”. Deus havia dado instruções bem específicas acerca do preparo e da oferta de sacrifícios. Algumas coisas eram tabus; haviam prescrições precisas para nortear o que faziam. Acontece que Nadabe e Abiú ignoraram os mandamentos de Deus e fizeram as coisas à sua moda. O resultado foi desastroso, pois lemos no versículo seguinte que “Então, saiu fogo de diante do SENHOR e os consumiu; e morreram perante o SENHOR” (Levítico 10:2).
A severidade do castigo revela a seriedade do pecado deles – e isto nos serve de cautela ainda hoje, especialmente nesta área de música “gospel”. Mas, junto com essa palavra de cautela, a Bíblia nos dá uma igualmente clara, um mandamento: “Pois outrora éreis trevas, porém agora sois luz do SENHOR; andai como filhos da luz (porque o fruto da luz consiste em toda a bondade, e justiça, e verdade), provando sempre o que é agradável ao Senhor. E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as” (Efésios 5:8-11).
Tom Morton, músico de tempo integral com a Mocidade para Cristo (www.mpc.org.br), escreveu, há vários anos atrás, as palavras abaixo que se mantêm incrivelmente atuais:
“... temos contemplado o surgimento de um “cenário gospel” de música. Há gravadoras, agentes prestadores de serviço, agências de turismo, músicos que vivem exclusivamente da música, promotores de show, etc... Em lugar dessa subcultura se alicerçar nos padrões cristãos, vivem excessivamente preocupados com a fama, com sua imagem; algumas das gravadoras parecem ter a filosofia de visar lucro às custas dos ministérios dos músicos e já que seu “pacote” vem embrulhado na justificativa e na linguagem pseudo-evangélica, poucos têm percebido o que está acontecendo”.
O Apóstolo Paulo escreve em I Coríntios 9:19-22: “Porque, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível. Procedi, para com os judeus, como judeu, a fim de ganhar os judeus; para os que vivem sob o regime da lei, como se eu mesmo assim vivesse, para ganhar os que vivem debaixo da lei, embora não esteja eu debaixo da lei. Aos sem lei, como se eu mesmo o fosse; não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo, para ganhar os que vivem fora do regime da lei. Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns.”
Parece claro que Paulo soube contextualizar sua pregação, soube entender a realidade à sua volta e não aplicar o mesmo discurso que usara em Listra quando em Corinto ou Antioquia. Mas será que Paulo, em nome da “contextualização” tão propalada hoje no meio evangélico, traria para dentro da Igreja ritmos como axé, padoge, funk, rap, techno, rock importado, transformando seus cultos em autênticos shows (com direitos a assobios e gritinhos histéricos)?
O que diferencia a multidão que vai aos shows “gospel” da MARCHA PARA JESUS (que talvez tenha nascido com uma intenção séria) da que vai a shows de Só Pra Contrariar, Bruno & Marrone, The Clash, Rolling Stones, Sepultura? Talvez os termos religiosos empregados pelos “apresentadores” e nas letras das músicas. Tirando isso, o que sobra? Alguma essência de real adoração a Deus?
As grandes multidões que comparecem a shows “gospel” certamente ganham, de longe, em número quando comparadas com aquelas que são atraídas por concentrações onde há pregação e ministração da Palavra de Deus.
O músico John Allen, envolvido com rock cristão, disse, há anos atrás: “Fica claro que o público em geral ali comparece para “curtir o som”, não para pensar profundamente em qualquer coisa; e há o perigo real do surgimento de “cristãos de festival” ... os semiconvertidos, adolescentes de um compromisso raso, cujo cristianismo pouco significa além do “curtir um som”.
Sou convertido há 32 anos, tendo sido Ministro de Louvor em várias épocas e igrejas por onde passei (tenho 52 anos e cresci ouvindo The Beatles, Elvis Presley, AC/DC, Black Sabbath, Alice Cooper e outros do gênero, além da black music da Motown (vide Jackson Five), Bossa Nova, os Festivais da Record, mas jamais me deixei influenciar por eles), fui pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular durante 16 anos e já vi todo tipo de “onda” dentro da Igreja como um todo mas nada me incomoda tanto quanto ver esta multidão de jovens ser levada como ovelhas sem pastor, sem exigência de um real compromisso com Deus, muito diferente daquela de minha geração que lotava a Igreja Congregacional de Bento Ribeiro (Rio de Janeiro) ou qualquer outra que promovesse uma Vigília de Oração e estudo da Palavra. Foram aquelas sextas-feiras insones diante do SENHOR buscando ouvir Sua voz que fizeram a diferença na minha vida e firmaram os alicerces da minha fé.
Vamos ouvir o que disse A. W. Tozer: “É muito difícil, em qualquer parte, atrair pessoas para reuniões onde o único atrativo seja Deus”.(O Homem: A Habitação de Deus – Ed. Mundo Cristão).
Poderia escrever muito mais (talvez ainda volte ao assunto) e, provavelmente, não serei compreendido pela maioria dos meus leitores mas não estou preocupado com aceitação. Este é um espaço livre. Fique à vontade para tecer seus comentários. Deus nos abençoe e traga Seu povo a uma real compreensão do que é MÚSICA e ADORAÇÃO!




